Observe os operadores, e a estrutura do mercado aparece. Duas das vinte contas pertencem a varejistas brasileiros, cinco a estúdios de modelagem que vendem posicionamentos de marca, duas ao universo de personagens de uma empresa de brinquedos, e duas ao universo narrativo que começou com Miquela.
A onda de pioneirismos nacionais é a camada mais recente: Rozy, Kyra e Kenza Layli são cada uma divulgada como a primeira persona virtual do seu mercado, o que indica onde os operadores esperam a próxima demanda.
As métricas trazem um aviso honesto. Os números de seguidores aqui são reais e verificáveis, mas o engajamento nas contas virtuais premia a narrativa mais do que o acabamento visual: as duas contas cujas audiências mais respondem, K/DA e Bermuda, publicam momentos de enredo em vez de conteúdo diário.
Um briefing de marca que trata uma persona virtual como um modelo fotográfico mais barato está usando a parte mais fraca do formato.